Notícias sobre Betelgeuse em 2026: Betelgeuse vai explodir como supernova?

~11 min

Betelgeuse provavelmente não vai explodir como supernova tão cedo, mas isso não é motivo para ignorá-la. Esta brilhante estrela alaranjada, que marca o ombro da famosa constelação de Órion, é um excelente alvo de setembro a março. Quer encontrar Betelgeuse no céu agora mesmo? Abra o app Star Walk 2, que mostrará exatamente onde ela está. Continue lendo para explorar Betelgeuse, saber mais sobre seu misterioso escurecimento e conhecer a tênue companheira escondida em seu brilho.

Índice

Quando Betelgeuse é visível?

Betelgeuse costuma ser visível para a maioria das pessoas na Terra de setembro a março, com as melhores condições em dezembro. É possível consultar a hora exata em que estará visível em sua localização no app Sky Tonight e configurar notificações para não perder a oportunidade.

Tudo pronto para observar? Teste suas habilidades com nosso quiz de observação do céu!

How Good Are You at Stargazing?
Você consegue distinguir uma estrela de um planeta e um satélite de um avião? Você conhece os asterismos básicos? Teste suas habilidades e conhecimentos de observação de estrelas com este questionário!
Responda ao questionário!

3 de setembro: Marte forma um triângulo quase equilátero com Betelgeuse e Elnath

Triângulo Marte–Elnath–Betelgeuse
Em 3 de setembro de 2026, Marte, Elnath e Betelgeuse formarão um triângulo quase equilátero no céu antes do amanhecer. Vista a partir do Hemisfério Norte.

Programe o despertador para cedo na quinta-feira, 3 de setembro, e olhe para leste antes do amanhecer. Marte, Betelgeuse e Elnath formarão um impressionante triângulo quase equilátero no céu matutino. Cada lado medirá cerca de 22° — aproximadamente a largura de dois punhos fechados com o braço estendido.

Marte (mag 1,2) e Betelgeuse (mag 0,4) podem parecer semelhantes à primeira vista porque ambos têm um tom avermelhado. Marte, em Gêmeos, brilhará de forma mais estável, enquanto Betelgeuse, a estrela laranja-avermelhada que marca o ombro de Órion, terá maior tendência a cintilar.

Elnath, branco-azulada (mag 1,7), marca a ponta de um dos chifres de Touro e será o ponto mais tênue do triângulo. Mesmo assim, os três objetos são brilhantes o suficiente para serem vistos sem binóculos, até sob um céu urbano de classe 9 na escala de Bortle, desde que o tempo esteja limpo e o horizonte a leste não tenha obstáculos.

CidadeZona horáriaInício da observaçãoMelhor momentoFim da observaçãoAltitude de MarteAltitude de BetelgeuseAltitude de Elnath
Lisboa, PortugalWEST (UTC+1)03:3003:3006:4010°13°31°
Porto, PortugalWEST (UTC+1)03:2003:2206:3510°12°31°
Faro, PortugalWEST (UTC+1)03:2503:2806:4010°14°31°
São Paulo, BrasilBRT (UTC−3)03:5503:5505:5510°32°24°
Rio de Janeiro, BrasilBRT (UTC−3)03:4003:4005:4010°32°24°
Brasília, BrasilBRT (UTC−3)03:4003:4105:5510°31°26°
  • Início da observação: Os três objetos estão pelo menos 10° acima do horizonte.
  • Melhor momento: O instante em que o triângulo mais se aproxima de uma forma equilátera.
  • Fim da observação: O céu cada vez mais claro dificulta a observação dos objetos.
  • As altitudes correspondem ao “melhor momento”.

5–6 de setembro: a Lua forma um triângulo quase equilátero com Aldebarã e Betelgeuse

Triângulo da Lua, Aldebarã e Betelgeuse
Em 5 ou 6 de setembro de 2026, dependendo da localização, a Lua, Aldebarã e Betelgeuse formarão um triângulo quase equilátero no céu antes do amanhecer. Vista a partir de Nova York, EUA.

Valerá a pena levantar cedo novamente em 5 ou 6 de setembro, dependendo da localização. Olhe para o céu a leste antes do amanhecer para ver a fina Lua minguante formar um grande triângulo quase equilátero com Aldebarã e Betelgeuse. Em sua configuração mais simétrica, cada lado ocupará cerca de 21° — aproximadamente dois punhos fechados com o braço estendido.

Os observadores da América do Norte e da América do Sul terão a vista mais simétrica, com os três lados quase iguais. Na Europa, na Ásia e na Austrália, o rápido movimento da Lua para leste fará o triângulo parecer um pouco menos equilátero.

As duas estrelas do triângulo são fáceis de distinguir. Betelgeuse (mag 0,4), que marca o ombro de Órion, tem um tom laranja-avermelhado. Aldebarã (mag 0,9), o brilhante olho de Touro, tem um tom um pouco mais amarelo-alaranjado. A Lua minguante completará a figura enquanto se desloca para leste, de Touro em direção a Gêmeos.

Não são necessários binóculos. A Lua, Aldebarã e Betelgeuse são brilhantes o suficiente para serem vistas em uma cidade com poluição luminosa, desde que o céu a leste esteja limpo e sem obstáculos.

CidadeZona horáriaDataInício da observaçãoMelhor momentoFim da observaçãoAltitude da LuaAltitude de AldebarãAltitude de Betelgeuse
Lisboa, PortugalWEST (UTC+1)5 set.03:0506:4006:4067°66°49°
Porto, PortugalWEST (UTC+1)5 set.03:0506:3506:3566°64°47°
Faro, PortugalWEST (UTC+1)5 set.03:0006:3506:3568°68°50°
São Paulo, BrasilBRT (UTC−3)5 set.02:4005:5005:5035°50°54°
Rio de Janeiro, BrasilBRT (UTC−3)5 set.02:2505:3505:3536°51°54°
Brasília, BrasilBRT (UTC−3)5 set.02:2005:5005:5042°58°59°
  • Início da observação: Os três objetos estão pelo menos 10° acima do horizonte.
  • Melhor momento: O instante em que o triângulo mais se aproxima de uma forma equilátera.
  • Fim da observação: O Sol chega a 6° abaixo do horizonte, e o céu cada vez mais claro começa a afetar a visibilidade.

Onde fica Betelgeuse?

Betelgeuse fica na constelação de Órion. É a segunda estrela mais brilhante da constelação; a primeira é a azulada Rigel, que brilha intensamente no pé esquerdo do caçador. Betelgeuse fica acima de Alnitak, a primeira das três estrelas que formam o famoso Cinturão de Órion. Rigel está do outro lado do Cinturão, abaixo da estrela Mintaka. Precisa de ajuda para se lembrar? Veja nosso cativante poema celeste no Instagram, que mostrará as estrelas mais proeminentes de Órion.

Betelgeuse faz parte do asterismo Triângulo de Inverno, também conhecido como Grande Triângulo do Sul. Esse asterismo fica dentro do Hexágono de Inverno e também inclui as estrelas brilhantes Sírius e Procyon.

Para encontrar Betelgeuse, olhe para o céu a sudoeste se estiver no Hemisfério Norte ou para noroeste se estiver no Hemisfério Sul. Ela é mais bem observada entre as latitudes 85° N e 75° S.

Como encontrar Betelgeuse no céu?

Para localizar facilmente Betelgeuse no céu noturno, use um app de astronomia como Star Walk 2 ou Sky Tonight. Basta digitar “Betelgeuse” na barra de pesquisa, selecionar a estrela nos resultados e apontar o dispositivo para o céu. Siga a seta na tela até ver a brilhante e avermelhada Betelgeuse tanto no mapa celeste do app como no céu real acima.

Como encontrar Betelgeuse
Escolha o vibrante aplicativo Star Walk 2, perfeito para iniciantes, ou opte por uma exploração mais aprofundada do cosmos com Sky Tonight. Em qualquer um dos aplicativos, basta seguir a seta na tela para encontrar Betelgeuse a partir da sua localização.

O que é Betelgeuse?

Comecemos pelas características científicas de Betelgeuse.

  • Nome oficial: Betelgeuse
  • Designações de Bayer: α Orionis, Alpha Orionis, Alpha Ori, α Ori
  • Designações de catálogo: 58 Ori, HR 2061, HD 39801, HIP 27989
  • Constelação: Órion
  • Tipo de estrela: supergigante vermelha
  • Ascensão reta: 05h 55m 10.305s
  • Declinação: +07° 24′ 25.4304″
  • Magnitude aparente: variável
  • Massa: 11–16 massas solares
  • Luminosidade: 65.000–100.000 L☉
  • Raio: ~640–1.021 raios solares
  • Temperatura superficial: 3.500 K
  • Distância da Terra: cerca de 650 anos-luz
  • Período de rotação: 36 ± 8 anos

Agora, em termos mais simples, o que é Betelgeuse?

  • Supergigante vermelha: As estrelas desse tipo aproximam-se do fim da vida. Estão entre as maiores estrelas do universo e expandem-se para o espaço à medida que envelhecem. Saiba mais sobre os ciclos de vida das estrelas em nosso infográfico colorido.
Life Cycle of a Star
Explore a evolução das estrelas: da imensidão dos berçários estelares até os últimos suspiros das supernovas e o enigmático fascínio dos buracos negros.
Veja Infográfico
  • Estrela grande e massiva: Betelgeuse tem até cerca de 16 vezes a massa do Sol, e seu raio mede de 640 a 1.021 raios solares. Se estivesse no centro do nosso Sistema Solar, alcançaria o cinturão de asteroides e poderia estender-se para além dele.

  • Corpo celeste distante: Betelgeuse está a cerca de 650 anos-luz, o que significa que a luz que vemos hoje iniciou sua viagem na Idade Média. Ainda assim, é a supergigante vermelha mais próxima do nosso Sistema Solar, sendo um importante objeto de estudo para os cientistas.

  • Estrela variável: Ao contrário da maioria das estrelas, cujo brilho é relativamente estável, Betelgeuse fica mais brilhante e mais tênue ao longo do tempo. Ela apresenta vários ciclos de variação de brilho, incluindo pulsações que duram cerca de 185 e 400–420 dias, além de um longo período secundário de aproximadamente 2.100 dias, provavelmente ligado à companheira. Betelgeuse também sofre mudanças repentinas de brilho que não se encaixam nos ciclos conhecidos.

  • Estrela laranja-avermelhada visível a olho nu: Betelgeuse costuma ser a segunda estrela mais brilhante de Órion, depois de Rigel, e uma das estrelas mais brilhantes de todo o céu noturno. Sua posição exata na classificação por brilho varia, mas ela continua visível a olho nu mesmo quando está mais tênue.

Siwarha: a companheira estelar próxima de Betelgeuse

Betelgeuse Star Companion
Com o instrumento `Alopeke do telescópio Gemini North, astrônomos identificaram uma pequena estrela companheira orbitando Betelgeuse.

Os astrônomos já têm evidências diretas sólidas de que Betelgeuse possui uma companheira estelar. Em julho de 2025, anunciaram a primeira provável detecção direta da companheira de Betelgeuse, cuja existência era suspeitada há muito tempo. Depois, em julho de 2026, publicaram observações feitas em dezembro de 2024 com o Very Large Telescope do ESO, oferecendo a imagem mais nítida até hoje do que provavelmente é Betelgeuse B.

Betelgeuse B também é conhecida como Siwarha, que significa “sua pulseira” em árabe. O nome remete ao nome árabe tradicional de Betelgeuse — muitas vezes traduzido como “a mão de Órion” — e reflete a estreita ligação entre as duas estrelas. O nome Siwarha foi reconhecido oficialmente em setembro de 2025; Alpha Orionis B continua sendo uma designação astronômica da companheira.

Siwarha parece ser uma jovem estrela da sequência principal com massa estimada entre 2,6 e 3,1 massas solares, supondo que tenha se formado com Betelgeuse há cerca de 10 milhões de anos. Ela permaneceu escondida por tanto tempo porque, nas observações em luz azul que primeiro a revelaram, é cerca de seis magnitudes mais tênue e orbita extremamente perto da supergigante.

A companheira completa uma órbita aproximadamente a cada 2.100 dias — cerca de seis anos —, movendo-se pelas camadas externas da enorme atmosfera de Betelgeuse. Se isso for confirmado por observações posteriores, Betelgeuse será a primeira supergigante vermelha com uma companheira estelar próxima fotografada diretamente — uma configuração rara, com implicações importantes para a evolução das estrelas massivas.

Siwarha provavelmente terá um desfecho dramático. Os modelos sugerem que as interações de maré podem acabar puxando a estrela companheira para dentro, e ela poderá ser engolida por Betelgeuse. No entanto, a escala temporal exata é incerta e precisará ser reavaliada com base na nova estimativa de massa da companheira.

Os astrônomos esperam que a próxima oportunidade especialmente favorável para observar e estudar Siwarha seja em novembro de 2027, quando ela atingirá sua maior separação aparente em relação a Betelgeuse. Infelizmente, Siwarha só pode ser vista da Terra com telescópios profissionais.

Quando Betelgeuse vai explodir como supernova?

Por mais bela que Betelgeuse seja, a principal pergunta de muitas pessoas é quando ela vai explodir como supernova. Se isso acontecer em breve, será um dos maiores eventos astronômicos da história! Uma supernova de Betelgeuse poderá brilhar tanto quanto meia Lua e permanecer visível durante o dia por meses. Seria um espetáculo impossível de ignorar. No entanto, a maioria dos modelos atuais não espera que isso aconteça em escalas de tempo humanas.

O Grande Escurecimento de Betelgeuse em 2019–2020

Toda a especulação sobre Betelgeuse explodir como supernova começou em 2019, quando a estrela caiu repentinamente para cerca de 40% do seu brilho habitual antes de voltar gradualmente ao normal no início de 2020. A princípio, muitos acreditaram que Betelgeuse estava prestes a explodir, mas as observações não sustentaram essa interpretação. O Grande Escurecimento ocorreu após uma grande erupção na superfície: o material ejetado esfriou e formou uma nuvem de poeira que ocultou parte da estrela. O evento não foi uma evidência de que o núcleo de Betelgeuse estivesse prestes a colapsar.

Escurecimento de Betelgeuse
A ilustração do artista mostra uma possível explicação para o repentino desvanecimento de Betelgeuse no final de 2019, um evento conhecido como o Grande Escurecimento.

Siwarha e Betelgeuse: o que a companheira pode explicar

Em julho de 2025, os astrônomos anunciaram a primeira provável detecção direta da companheira estelar próxima de Betelgeuse — uma descoberta que mudou a interpretação de uma das famosas “mudanças de humor” da estrela. Em particular, o ciclo de aproximadamente 2.100 dias não é uma contagem regressiva para uma supernova iminente: ele pode estar ligado à sua companheira, Siwarha.

Siwarha é uma estrela de massa intermediária que completa uma órbita ao redor de Betelgeuse aproximadamente a cada 2.100 dias. Ela se move pela enorme e extensa atmosfera externa da supergigante vermelha e agita o gás que deixa para trás. Imagine um barco cortando a água: Siwarha pode deixar uma esteira densa de material perturbado em seu caminho. Essa esteira pode absorver e dispersar parte da luz de Betelgeuse, contribuindo para as variações de brilho de longo prazo que intrigaram os astrônomos durante anos.

Betelgeuse e Siwarha
Impressão artística de Siwarha ao redor de Betelgeuse e seu rastro.

Durante anos, os astrônomos observaram que o brilho de Betelgeuse varia em um ciclo de 2.170 dias, e alguns pesquisadores interpretaram esse ciclo como um possível sinal de que Betelgeuse estava nas fases finais da queima de carbono no núcleo — uma etapa que precederia uma supernova em alguns séculos. Mas observações e modelos recentes apoiam a ideia de que o ciclo é mais bem explicado por uma interação binária, e não por um colapso iminente do núcleo.

Imagens de alta resolução e espectroscopia de longo prazo já revelaram sinais do impacto da companheira, incluindo evidências de gás perturbado na atmosfera de Betelgeuse. Esses resultados apoiam uma explicação binária para o ciclo longo, mas, por si só, não determinam a fase de queima do núcleo de Betelgeuse nem o tempo exato que lhe resta. Um modelo evolutivo sugere que a supernova ainda pode estar a cerca de 100.000 anos de distância, embora o momento continue incerto.

Portanto, sim: Betelgeuse vai explodir um dia. Mas Siwarha oferece uma explicação muito melhor para seu longo ciclo de brilho, enquanto os modelos atuais continuam transmitindo uma mensagem clara: a supernova terá de esperar.

O que aconteceria se Betelgeuse explodisse?

Estrelas massivas como Betelgeuse terminam como supernovas por colapso do núcleo; se Betelgeuse conservar seu envoltório rico em hidrogênio, provavelmente será uma supernova do tipo II. O colapso começa quando a fusão já não consegue sustentar o núcleo de ferro da estrela. No entanto, para representar uma ameaça grave à biosfera terrestre, a supernova teria geralmente de ocorrer a menos de 50 anos-luz, e Betelgeuse está a cerca de 650 anos-luz. Ainda assim, uma supernova poderia ter efeitos temporários na Terra. Por exemplo, muitos animais usam a Lua para se orientar e poderiam confundir-se com uma fonte de luz incomum. Até os astrônomos enfrentariam dificuldades: observar o céu noturno já é complicado quando a Lua está brilhante, e uma supernova de Betelgeuse tornaria a tarefa ainda mais difícil.

Apesar dessas dificuldades, uma supernova de Betelgeuse seria um evento incrível de presenciar. A última supernova conhecida observada na Via Láctea ocorreu em 1604. Embora estrelas explodam regularmente no universo, a maioria está longe demais para ser vista sem telescópios potentes. Uma supernova de Betelgeuse poderia ser a mais próxima já observada em toda a história documentada.

Os modelos sugerem que, quando Betelgeuse explodir, poderá atingir uma magnitude aparente entre −8 e −12 e ficar visível no céu diurno durante semanas ou meses. À noite, poderá continuar visível a olho nu durante vários anos enquanto desaparece gradualmente. Instrumentos na Terra deverão detectar neutrinos — e talvez ondas gravitacionais — antes da primeira luz visível, oferecendo potencialmente minutos, horas ou até dias de aviso antes do espetáculo óptico. Imagine pessoas em todo o mundo acordadas para observar Betelgeuse, esperando pelo extraordinário espetáculo de luz e comemorando quando ele finalmente começar.

Betelgeuse: ainda não é uma supernova, mas continua sendo uma joia celeste

Betelgeuse é uma deslumbrante estrela laranja-avermelhada em Órion que pode ser facilmente vista a olho nu. Durante anos, suas variações de brilho alimentaram especulações sobre uma “supernova em breve”, mas pesquisas recentes sugerem que seu longo ciclo de brilho pode ser mais bem explicado por uma companheira estelar próxima. É um grande avanço para os astrônomos, ainda que possa ser um pouco decepcionante para quem observa o céu: não se espera que Betelgeuse exploda tão cedo.

A vantagem é simples: temos mais tempo para apreciá-la. Com suas sutis oscilações, seu tamanho imenso e a companheira recém-revelada, Betelgeuse continua sendo uma das estrelas mais fascinantes do céu.

Quer encontrá-la rapidamente? Use o intuitivo app Star Walk 2, localize Betelgeuse e reserve um momento para admirar uma das estrelas mais famosas do céu.

Crédito Texto:
Trustpilot